O Pequeno Príncipe - Filme 2015


Nessa semana eu finalmente consegui ir ao cinema para conferir a mais nova adaptação de uma história que eu amo, O Pequeno Príncipe, que foi escrita por Antoine de Saint-Exupéry. Já fiz uma resenha sobre o livro aqui no blog, vocês podem acessá-la clicando aqui

Eu amei o filme, gente. Lembro de que quando li a história pela primeira vez me senti como se não tivesse entendido direito o que o autor queria transmitir, apesar de aparentemente ter conseguido captar a essência das metáforas que permeiam o livro inteiro. Então resolvi lê-la novamente antes de fazer a resenha, para ver se eu me sentia mais confortável. Mas, mesmo eu até postando a resenha por aqui (que por sinal ficou meio pequena, por conta desses motivos), ainda fiquei com uma sensação meio incômoda, como se eu ainda não tivesse absorvido a mensagem de Antoine. Agora, fico feliz em dizer, finalmente consegui me sentir conectada realmente com a história. As analogias que foram usadas no filme, nos mostrando a experiência que o aviador teve com o príncipe e as próprias experiências do pequeno príncipe em sua viagem após sair do seu planeta e as relações que elas podem estabelecer com a vida tal qual nós a conhecemos me fizeram me sentir mais próxima da história.



O aviador, já com idade avançada, fica amigo de sua nova vizinha, uma menininha que tem a vida toda planejada pela mãe, que não levou em conta se aquilo era o que a garotinha queria para si. Ele vai dando para ela os desenhos que fez sobre o pequeno príncipe e que contam a história do menino, e então ela começa a questionar a sua própria vida. 

Nós vemos a realidade adulta, maluca e por vezes tão metódica que é capaz de esmagar os sentimentos. As amizades que deveriam estar sendo cultivadas são relegadas ao descaso e o foco de cada um se concentra apenas na carreira, no emprego, no salário. Não que essas coisas não sejam importantes, são sim, mas não podemos simplesmente deixar o restante de nós mesmos, que as vezes nem lembramos que existe, para lá. 


Vejo por aí várias pessoas que são realizadas tanto pessoal quanto profissionalmente. Pessoas felizes com a carreira, com a família, que fizeram escolhas certas e erradas e que aprenderam com as experiências que não foram tão boas assim. Para completar a explosão de pensamentos e diálogos internos que tive após assistir ao filme veio um livro da escritora brasileira Bianca Briones, O Descompasso Infinito do Coração (série Batidas Perdidas), em que a personagem principal luta para conseguir encontrar a si mesma e para ser feliz. Essas duas histórias, presenciadas por mim em um período tão perto uma da outra, aumentaram ainda mais a minha certeza e minha vontade de correr atrás dos meus sonhos, sejam eles quais forem e por mais difíceis ou malucos que pareçam. Já dei o passo inicial: comecei o curso que amo, Letras, para que um dia eu possa ser uma boa tradutora literária. Daqui para a frente é seguir batalhando para que cada etapa almejada seja conquistada, não importa quão difícil seja o caminho.

Então, galera, com este post fica a dica para duas obras que são capazes de mexer lá dentro da gente e nos ajudar a enxergar melhor e nos dar forças para manter a garra. Vou deixar o link para o trailer do filme logo abaixo da última imagem. Beijos! 


Comentários

  1. Awwnnn...Ainda não tive como assistir!!! Eu nunca mais fui ao cinema para falar a verdade :(
    Esse filme parece estar tão lindamente feito.... Quero muito assisti-lo!
    Beijos!

    http://tordodemorango.blogspot.com.br/

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  2. Oi Fê!
    Acho que sou uma das poucas pessoas que não ama O Pequeno Príncipe, mas acho que isso aconteceu porque quando eu o li era muito nova. Me lembro de poucas partes da história e principalmente daquelas citações que todos sempre mencionam, haha.
    Adorei saber sua opinião sobre o filme, e quero assisti-lo assim que reler a obra! A animação parece muito linda, só pelo que já podemos enxergar das fotos acima :>
    Beijos,

    http://lucyintheskywithbooks.blogspot.com.br/

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  3. Oi, Rê :)
    Quem sabe relendo o livro você não acaba se encantando com a história? O filme foi muito bem feito mesmo! Quando fui procurar as fotos para por aqui não conseguia escolher entre todas as disponíveis, de tão boa que a animação ficou.
    Beijos

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