Resenha #54 - O Visconde que Me Amava, Julia Quinn


Oi, gente! Estou começando o mês com chave de ouro aqui no blog, afinal, essa resenha é sobre um livro super viciante de uma autora mais viciante ainda! O Visconde que Me Amava é o segundo livro de uma série de romances históricos da escritora Julia Quinn, chamada Os Bridgertons. O volume um já foi resenhado aqui no blog, e vocês podem conferir o que eu achei dele clicando aqui

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.
Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.
Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.
Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.

Amo poder conhecer mais sobre personagens que vemos em um livro mas que não são o foco da história, então fico super feliz quando os(as) autores(as) resolvem fazer spin offs das histórias. Felizmente, no caso dos Bridgertons, cada irmão tem um livro só para si, o que é muito bom para a minha curiosidade. Em O Visconde que Me Amava o foco está no mais velho dos irmãos, Antony, que resolveu que está na hora de deixar para lá a vida de libertino e arrumar uma esposa para se casar e garantir um herdeiro. Ele acredita veementemente que morrerá cedo, já que não imagina como poderia viver mais tempo do que seu pai, alguém que ele sempre admirou e que morreu aos trinta e oito anos por uma picada de abelha. Para ele, não existe a possibilidade de ele superar seu pai em alguma coisa, nem na habilidade em cuidar da família ou muito menos no tempo de vida. 

Para ocupar o papel de esposa, que como consequência lhe dará o necessário herdeiro, ele escolhe Edwina Sheffield, o diamante da temporada londrina. Ela possui uma irmã mais velha chamada Kate, que na verdade tem em comum com ela apenas o pai, já que sua mãe faleceu quando ela era pequena. Mas as duas foram criadas por Mary, mãe de Edwina, como irmãs de igual para igual, recebendo o mesmo amor e carinho. Kate já é considerada praticamente uma solteirona pela sociedade, mas isso não impede que Edwina tenha muita consideração pela opinião da irmã, e esse respeito é bem merecido. Por esse motivo, Antony precisa convencer Kate de que será um bom marido para Edwina, só assim ele conseguirá convencer a moça a subir junto a ele ao altar.

Kate, entretanto, está decidida a impedir que Lorde Bridgeton chegue perto de sua irmã, e muito menos que faça dela sua esposa. A relação entre os dois é lotada de conversas espinhosas que apenas dão a Antony ainda mais determinação para alcançar seu objetivo. Entre tantas discussões vai crescendo entre eles uma tensão que eles em dado momento percebem ser mais do que apenas uma reação qualquer de um à presença do outro. Além disso, Kate vai percebendo que Antony não é apenas um libertino descarado. Não há como negar que ele já teve muitas mulheres, mas também é impossível dizer que ele não é uma boa pessoa, que se importa muito com a família. Os dois ficam ainda mais próximos quando ele a encontra em um momento de dificuldade, quando ela está paralisada de medo por causa de uma tempestade, fenômeno que a aterroriza desde criança, e a ajuda a se acalmar.

A história dos dois vai sendo construída aos poucos, lindamente, com encontros e desencontros que nos encantam e nos conquistam de uma forma impressionante. Julia Quinn sempre consegue nos manter conectados com a história, e com esse livro não foi diferente. Logo, logo devo postar a resenha do terceiro volume da série, intitulado Um Perfeito Cavalheiro.

Até mais, gente!

Comentários

  1. Hey!
    Eu adoro essa série, vivo dizendo isso sempre que tenho a oportunidade! E esse livro é um amor... Eu morri de rir enquanto o lia, e me apaixonei pela história que Quinn criou. Ela é uma diva da literatura!

    Beijos!

    http://tordodemorango.blogspot.com.br/

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