Resenha #56 - Um Perfeito Cavalheiro, Julia Quinn


Olá, pessoas! Está na hora de eu mostrar para vocês a resenha do terceiro livro da série Os Bridgertons, da Julia Quinn. Para quem ainda não conhece a série, já estão disponíveis aqui no blog as resenhas do volumum e do volume dois, basta clicar nos links para ser redirecionado para a página em que cada uma delas está. Como li os livros durante as férias, estou dando uma relida rápida em cada um deles para poder fazer resenhas mais consistentes do que seriam se eu só utilizasse minha memória, e estou amando a experiência!

Sophie sempre quis ir a um evento da sociedade londrina. Mas esse é um sonho impossível. Apesar de ser filha de um conde, é fruto de uma relação ilegítima e foi relegada ao papel de criada pela madrasta assim que o pai morreu. Uma noite, ela consegue entrar às escondidas no baile de máscaras de Lady Bridgerton. Lá, conhce o charmoso Benedict, filho da anfitriã, e se sente parte da realeza. No mesmo instante, uma faísca se acende entre eles. Infelizmente, o encantamento tem hora para acabar. À meia-noite, Sophie tem que sair correndo da festa e não revela sua identidade a Benedict. No dia seguinte, enquanto ele procura sua dama misteriosa por toda a cidade, Sophie é expulsa de casa pela madrasta e precisa deixar Londres. O destino faz com que os dois só se reencontrem três anos depois, Benedict a salva das garras de um bêbado violento, mas, para decepção de Sophie, não a reconhece nos trajes de criada. No entanto, logo se apaixona por ela de novo. Como é inaceitável que um homem de sua posição se case com uma serviçal, ele lhe propõe que seja sua amante, o que para Sophie é inconcebível. Agora os dois precisarão lutar contra o que sentem um pelo outro ou reconsiderar as próprias crenças para terem a chance de viver um amor de conto de fadas.

Essa terceira história dos Bridgertons é bem no estilo Cinderela, como dá para perceber pela sinopse aqui em cima. Sophie Backett é filha bastarda do sexto conde de Penwood, mas é a única herdeira de sangue que o conde deixou, já que sua nova esposa, Araminta, não lhe deu filhos, sendo mãe apenas de duas meninas que teve no casamento anterior, Rosamund e Posy. Após a morte do conde, Sophie, que sempre havia sido rejeitada pela madrasta, ficou encarregada de cuidar das necessidades das três mulheres. A mais nova das irmãs, no entanto, não é uma pessoa ruim, mas não faz nada para impedir as crueldades da mãe e da irmã - afinal, ela é apenas uma menina com dois monstros como família.

Um certo dia os Bridgertons oferecem um baile e os empregados da casa de Sophie, que sempre gostaram da menina, montam um plano para que ela possa ir ao evento. E é assim que ela conhece Benedict, o segundo mais velho dos irmãos. Os dois sentem um aforte conexão durante o tempo que passam juntos, mas ele não tem ideia de a quem pertence o rosto escondido atrás da máscara. À meia-noite, porém, Sophie foge com a maior rapidez possível para que possa voltar para casa a tempo de não ser descoberta. Mas a madrasta acaba descobrindo tudo e a manda embora da casa, já que agora ela já não tem serventia alguma para a madrasta.

Três anos depois, Sophie e Benedict acabam se encontrando em uma festa a qual ele havia sido convidado, nas casa onde ela trabalhava. Ela estava sendo assediada pelo filho dos proprietários e alguns amigos quando Benedict a encontra e a resgata. Ela fica triste ao perceber que ele não a reconhece como a dama misteriosa do baile, mas aceita o fato. Ele decide levá-la para trabalhar na casa de sua mãe, que com certeza é um local muito melhor  do que a casa dos Cavenders, que é onde ela tinha estado. No caminho para um chalé de posse de Benedict, onde eles pretendiam ficar por duas noites antes de se dirigirem à casa dos Bridgertons, eles tomam uma chuva torrencial e Benedict acaba ficando doente. Sophie se preocupa com ele e o faz companhia sempre que pode, se tornando uma constante no dia do rapaz, assim como o casal mais velho responsável por cuidar do chalé.

Quando chegam à casa da mãe de Benedict, Sophie é rapidamente contratada e começa a trabalhar como camareira das mulheres Bridgertons. Aos poucos ela vai se tornando uma companhia para as moças, até mesmo é convidada para o chá que elas tomam juntas todo dia. Sophie recusou a proposta de Benedict para que fosse sua amante, mas não tinha condições para recusar o emprego, ao menos não imediatamente. Benedict não concebe a ideia de que um homem em sua posição possa se casar com uma reles criada e, além disso, ele ainda pensa na moça de prateado que o conquistou naquele baile anos atrás, por quem ainda nutre certo sentimento, então ele está bastante confuso e dividido.

De uma coisa sabemos, para que os dois possam ficar juntos Benedict terá que ser capaz de aguentar a reação que a sociedade londrina teria caso ele anunciasse o casamento com uma criada. Mas alguns acontecimentos parecem abrir a possibilidade de os dois ficarem juntos sem precisarem passar pela desaprovação da sociedade, e é aí que a história fica realmente boa. 

Como os dois livros anteriores, Um Perfeito Cavalheiro nos mantém grudados às páginas até que finalmente terminemos a história do encontro com o amor de mais um Bridgerton. Não há a mínima possibilidade de não nos apaixonarmos por esses irmãos maravilhosos e suas histórias. Cada um deles, assim como os outros personagens principais, passaram por alguma coisa na vida que os definiram como que eles são hoje, e muitas vezes é necessário superar determinado acontecimento ou trauma para que possam realmente seguir em frente com a vida que planejam ter.

Vocês já leram algum livro da série? O que acharam? Me digam nos comentários! Beijos!

Comentários

  1. Ah Meu Deus! Eu amo Julia Quinn 4ever! Hahaha
    Eu amo esse livro, também!
    Ri livros com o título do livro, pois na minha opinião foi uma ironia, não acha?
    Amei o jeito como ela fez essa releitura, sempre gostei de Cinderela, apesar de não ser a minha princesa favorita...

    Um beijo!

    http://tordodemorango.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Oie :) Também sou apaixonada por essa série <3 É, o título é meio irônico mesmo, se a gente for pensar no jeito que o Benedict trata a Sophie em alguns momentos, mas no baile, por exemplo, acho que ele faz o papel de cavalheiro dos sonhos quando eles se conhecem.
      Também o achei uma releitura super bacana da Cinderela!
      Beijos

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