Resenha #65 - Never Never (Parte Um), Colleen Hoover e Tarryn Fisher


Oi, gente! Estou super feliz por ter conseguido ler esse livro, e ainda mais por poder falar sobre ele para vocês. Fiquei um bom tempo intrigada com todo esse mistério trazido pela história, e agora eu pude ficar um tempinho dentro dela e me esbaldar.


Best friends since they could walk. In love since the age of fourteen. 
Complete strangers since this morning.
He'll do anything to remember. She'll do anything to forget.


(Melhores amigos desde que eles aprenderam a andar. Apaixonados desde os catorze.
Completos estranhos desde essa manhã.
Ele fará qualquer coisa para lembrar. Ela fará qualquer coisa para esquecer.)

Uma coisa que me incomodou nesse livro foi a quantidade de páginas. São umas cento e cinquenta, o que definitivamente é um número muito pequeno para a história. Quando cheguei ao fim fiquei com aquela famosa sensação de "Mas já?". Pois é. Mas vejamos pelo lado bom. Se me senti dessa forma é porque a história é realmente boa.

O livro se inicia com as personagens no meio de uma manhã de aulas no colégio, e elas acabaram de perder completamente a memória. Os dois protagonistas, Charlie e Silas, não se lembram de quem eles próprios são, qual o nome dos seus pais, dos seus irmãos , dos seus amigos, ou sequer - imaginem só! - que ambos são namorados.

Mas como nessa vida a gente lida com o que temos disponível, eles precisam trabalhar a partir das informações que aos poucos vão juntando para que possam tentar passar uma aparência de normalidade para aqueles que estão ao seu redor. Afinal, se dissessem para alguém o que realmente havia acontecido, provavelmente seriam mandados para uma clínica psiquiátrica.

O enredo é basicamente os dois protagonistas tentando descobrir mais sobre si mesmos e sobre a relação que eles mantém. Silas gosta do que vai descobrindo, mas Charlie nem tanto. De acordo com os indícios, ela não era lá uma pessoa muito boa, mas a gente vai entendendo aos poucos o por quê de algumas atitudes dela. Eu achei os motivos compreensíveis, mas não justificáveis.

Ah, e só para não deixá-los pensando que fim de livro é fim de mistério: fim de livro é igual a tanto ou mais mistério que início de livro. Se preparem. Mas prometo que vale a pena!

Alguém aí já leu Never Never? O que achou?

Beijos!

Comentários

  1. Oi Fê!
    Nossa, quero ler Nunca, Jamais, desde que li essa sinopse, em inglês mesmo, há algum tempo atrás. A história parece ser muito boa mesmo, mas a quantidade de páginas é um fator que também me incomoda.
    Será que vai ter o volume 2? Livros que terminam em mistério me incomodam, a não ser que eu ache uma solução na minha cabeça, hahaha.
    E amei o que você falou, de "achar compreensível mas não justificável", gente, vou usar sempre a partir de agora! Sabia que podia usar uma expressão melhor do que "entender o personagem", rs.
    Beijão,

    http://lucyintheskywithbooks.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Oi, Rê! Então, aqui no Brasil já saiu o segundo volume e lá fora o terceiro acabou de ser lançado.
      Eles incomodam mesmo, mas esse até que não me deixou muito paranoica, haha.
      Use a expressão quando quiser :)
      Beijos!

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